Psicose

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Há poucos dias terminei de ler ”Psicose” e só posso concordar com a obsessão de Alfred Hitchcock por esse livro. A história da moça que rouba o patrão e vai parar num motel administrado pelo estranho Norman Bates é eletrizante e o leitor fica preso à história querendo o que acontece com os personagens. Tentei economizar e ler o livro o mais lento que podia, mas não teve jeito, terminei de ler em poucos dias.

Norman é de longe o personagem mais interessante do livro, porque apesar das coisas que ele faz, ele também pode despertar uma certa compaixão. Francamente não consegui gostar de nenhum dos mocinhos da história. O noivo da moça assassinada não parece se importar tanto assim com ela e a irmã não conseguiu me cativar.Uma coisa que me chamou atenção foi que o Norman Bates de Rorbert Block é um sujeito gordo, por tanto diferente do eternizado por Antony Perkins no filme de Hitchcock. Mas na minha mente permaneceu a imagem do Norman do filme*.

Foi muito bom ler esse clássico da literatura policial que muito em breve será relido,porque se tornou de longe um dos meus livros policiais favoritos.

* Acho que depois farei um post sobre a imagem de um personagem nos filmes e nos livros. Pelo menos comigo acontece de ficar presa a imagem de um determinado ator, que muitas vezes é diferente do personagem descrito no livro.

 

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